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Parede de Diafragma - Estaca Barrete

Parede de concreto armada, escavada com “Clam - shell’, que funciona como contenção para uma escavação.
Parede Diafragma tem como principal aplicação a contenção de escavações na execução de edifícios com até sete subsolos, podendo alcançar 50 m de profundidade com espessuras de 40 a 180 cm.

Podem ser executadas também para contenção de paredes de Diques, Cais, Docas Marítimas e Fluviais, Estaleiros ou sempre que se necessitar de um elemento de concreto armado como contenção de uma massa de solo, executada previamente à escavação, a partir de uma superfície com cota estabelecida e adequada ao posicionamento dos equipamentos requeridos. Quando utilizadas com tirantes, permitem a execução tanto de fundações como da própria infraestrutura, de forma ampla e livre de escavações parcializadas, liberando as frentes de trabalho para os demais serviços.

Os equipamentos atuais estão capacitados tanto para monitorar e reportar informações do motor como desajustes de pressões do sistema hidráulico, verticalidade da torre e profundidade das escavações durante a execução, tendo como resultado uma parede com verticalidade e posicionamento adequados.

Para espessuras entre 40 e 200 cm pode-se utilizar ferramenta de escavação, do tipo Clam Shell hidráulico, projetada para ter características de porte e robustez. Com grande poder de corte, colabora para obtenção de painéis com verticalidade, além de resultar em maior produtividade.

Para espessuras maiores que 80 cm, o Clam Shell Convencional a Cabo demonstra ter eficiência, justificando seu uso adequado às paredes de grande porte.

A estabilização das escavações deverá ser feita com fluído composto por lama de bentonita ou lama de polímero, escolha a ser realizada de acordo com as características específicas da obra.

Onde houver dificuldade no descarte da lama de estabilização, seja por questões ambientais, seja por questões logísticas, a lama com uso de polímero se apresenta como solução viável. Uma vez ultrapassado o limite de vida útil da lama polimérica, a mesma resulta em água de reuso, podendo ser descartada na rede de águas pluviais e os resíduos compostos pelo solo, descartados em bota-fora convencionais.

Para casos específicos onde o solo apresenta propriedades químicas incompatíveis com o uso do polímero, nos quais mesmo com a adição de sais não se estabiliza a água do subsolo, seja por excesso de sódio, alta acidez ou alcalinidade, o uso da bentonita apresenta-se como alternativa mais adequada, sendo seu descarte efetuado como material não inerte.

Com vistas a obtenção de uma superfície aparente de melhor aspecto após a escavação do subsolo, poderão ser utilizadas placas metálicas como forma, conhecidas como chapas espelho.

Esses elementos quando adequadamente utilizados, poderão ajudar a conferir um aspecto bastante uniforme à superfície aparente do concreto.

Para execução das estacas conhecidas como Barrete, utiliza-se a ferramenta e metodologia executiva idêntica a aquela empregada nas lamelas da Parede Diafragma.
 

Conheça algumas obras

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